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Locais Históricos

Edifício dos Paços do Concelho

O edifício dos Paços do Concelho, para além do seu valor arquitectónico e artístico, reflecte a imagem de Lisboa e de Portugal Liberal, Regenerador e Republicano. Importantes acontecimentos da nossa história, como a Proclamação da República em 5 de Outubro de 1910, ficaram profundamente associados a este edifício.

 

 

 

 

 

 

 

Rua Augusta

A Rua Augusta situa-se num dos quarteirões mais movimentados de Lisboa. Fechada ao trânsito, esta rua conta com todo o tipo de lojas para todo o tipo de gostos, com vendedoras de flores, vendedores de castanhas assadas, artistas de rua independentes como o 'homemestátua' ou o familiar tocador de harmónica e muito, muito mais. Nos dois extremos da Rua Augusta encontra duas praças magníficas: a Praça do Rossio e a Praça do Comércio. Perto do arco que abre caminho para a Praça do Comércio costumam estar vendedores de rua a oferecer o mais variado tipo de produtos: anéis, bijuteria, calçado, malas, cachecóis ou tatuagens temporárias.

 

 

 

Praça Marquês de Pombal

A Praça Marquês de Pombal situa-se entre a Avenida da Liberdade e o Parque Eduardo VII. No centro ergue-se o monumento a Marquês de Pombal, inaugurado em 1934. Outrora chamada de Rotunda, foi aqui que tiveram lugar os acontecimentos decisivos que levaram à Proclamação da República Portuguesa em 5 de Outubro de 1910.

 

 

 

 

 

 

Castelo de São Jorge

O Castelo de São Jorge localiza-se na freguesia do Castelo, na cidade, concelho e Distrito de Lisboa, em Portugal. Primitivamente conhecido simplesmente como Castelo dos Mouros, ergue-se em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico, proporcionando aos visitantes uma das mais belas vistas sobre a cidade e o estuário do rio Tejo. Foi conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques em 1147.

 

 

 

 

 

Mosteiro dos Jerónimos

Monumento à riqueza dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.

 

 

 

 

 

 

Sé de Lisboa

A Sé de Lisboa, inicialmente designada de Igreja de Santa Maria Maior, foi mandada construir em 1150 por D. Afonso Henriques, três anos depois de ter conquistado Lisboa aos Mouros. A Sé de Lisboa foi construída no local de uma antiga mesquita, para o primeiro bispo de Lisboa, o cruzado inglês Gilbert de Hastings. Devastada por três terramotos no século XV, bem como pelo de 1755 que foram bastante inclementes para com a Matriz de Lisboa, dedicada a Santa Maria Maior, que sofreu danos e foi sendo renovada ao longo dos séculos.

 

 

 

 

Jardim da Praça do Império

O Jardim da Praça do Império é um jardim situado em Lisboa. Possui uma área de 3,3 hectares. Encontra-se entre a Avenida da Índia e a Rua de Belém, perto do Mosteiro dos Jerónimos. Foi construído em 1940 por ocasião da Grande Exposição do Mundo Português. Anteriormente, a zona era uma praia, conhecida como "praia do Restelo".

 

 

 

 

 

 

Praça dos Restauradores

A Praça dos Restauradores situa-se em Lisboa e é caracterizada pelo alto obelisco com cerca de 30 metros de altura.

Este monumento é da autoria de Tomás da Fonseca (escultura) e de Sérgio Augusto Barros (grupo arquitectónico) Tem na base duas estátuas em bronze – O Génio da Independência criada pelo Escultor Alberto Nunes e na face norte – O Génio da Vitória concebida por Simões de Almeida. Nas faces laterais do pedestal estão gravados os nomes e datas das principais batalhas da Restauração.

 

 

 

 

 

Torre de Belém

A Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme. Classificada como Património Mundial pela UNESCO, em 7 de Julho de 2007 foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal. Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projectado à época de D. João II (1481- 95), integrado na margem direita do rio pelo Baluarte de Cascais e, na esquerda, pelo Baluarte da Caparica.

 

 

Igreja ou Mosteiro de São Vicente de Fora

A Igreja ou Mosteiro de São Vicente de Fora, dedicada a São Vicente, que foi proclamado padroeiro de Lisboa em 1173, quando as suas relíquias foram transferidas do Algarve para uma igreja fora das muralhas da cidade. Desenhada pelo arquitecto italiano Filippo Terzi e terminada em 1627, tem uma fachada do tipo italiano, sóbria e simétrica, com torres de cada lado e as estátuas dos santos Agostinho, Sebastião e Vicente sobre a entrada. No interior, os olhos são atraídos para o baldaquino barroco de Machado de Castro, por cima do altar, flanqueado por estátuas de madeira em tamanho natural.